Dragster de Três Lugares Está no Velopark (Santa Rita-RS)

Nova máquina será apresentada ao público no final de semana (30/05-31/05) da I Etapa da Copa Brasil de Arrancada.

Chegou no início da noite da quarta dia (27) o Dragster três lugares adquirido pelo Velopark. A nova máquina, única no Brasil, será utilizada no projeto "DRAGSTER EXPERIENCE" que possibilitará a qualquer pessoa andar como acompanhante em um dos acentos instalados no modelo exclusivo do Velopark. O Dragster possui três cockpits - sendo um do piloto e outros dois colocados nas laterais do carro onde os "passageiros" poderão sentir a emoção a cada nova arrancada. O Dragster possui os mesmos comandos nas três cabines. As primeiras demonstrações do projeto acontecem no próximo final de semana - durante a I Etapa da COPA BRASIL VELOPARK DE ARRANCADA. O valor de cada "puxada" através da reta de 402 m será de R$ 200,00 por pessoa.
No domingo, (30) haverá um sorteio entre os jornalistas presentes a cobertura da Etapa para realizar uma volta de demonstração no "Dragster Experience" que chega a mais de 280 km/h em menos de 8 segundos. O novo Dragster será pilotado neste final de semana pelo construtor o piloto norte-americano Kurt Damron que está no Velopark acompanhando o processo de lançamento da novidade.
Características Técnicas do Modelo
Modelo: Super Comp 2009 / 3 lugares
Motor: V 8 Big Block - 1.000 HP
Velocidade Final: 300 km/h
Aceleração: 0 a100 km/h 1.8 segundo
Combustível: Gasolina especial competição
Fabricante: Undercover Motorsport ( Wildwood FL USA)
Fonte: Velopark

Militec-1 - Conheça este promissor condicionador de metais

Fabricado inicialmente para uso exclusivo da Marinha Americana, este produto promete revolucionar o mercado automotivo. Lembrando que já está no Brasil a alguns anos. Leia abaixo, matérias feitas por revistas especializadas no ramo automotivo sobre o Militec-1:

Matéria da Revista Auto & Técnica - 2002: Uma nova tecnologia em manutenção preventiva de motores está chegando ao Brasil: trata-se do "Militec-1", um condicionador de metais sintético, a base de hidrocarbonetos, que não substitui o óleo lubrificante mas consegue reduzir acentuadamente o atrito entre superfícies metálicas. A coloração do Militec-1 é dourada, sendo similar ao dos óleos SAE-10 em viscosidade, mas ele protege as peças de um sistema (motor, transmissão, direção, etc) graças a ligação molecular, não contendo partículas sólidas, como o teflon ou grafite, nem solventes ou parafinas cloradas, razão pela qual não entope galerias e filtros, além de não permitir a formação de ácidos. 

Segundo seu importador, a Blower Company, o condicionador atua penetrando nos microporos do metal, ali se alojando e protegendo as superfícies em atrito. Ainda de acordo com o importador, o produto ganhou fama a partir de 1º de abril de 1988 quando, nos Estados Unidos, o comandante-chefe da Oficina de Manutenção da Frota Atlântica da Marinha (sediado em Norfolk, Virginia, EUA), iniciou os testes operacionais do Militec-1, que recebeu esta denominação justamente devido seu uso militar. A Marinha começou a utilizá-lo na lubrificação de bombas de combate ao fogo, equipamentos de manutenção de aeronaves, motores diesel e vários tipos de caixas de engrenagens. Em julho de 1988 o Comando de Apoio ao Combate, outro grupo das Forças Armadas do Estados Unidos, testou o Militec-1 no motor de um jipe Hummer que, carregado, funcionou sem óleo por mais de 25 minutos, percorrendo 12 milhas que equivalem a 19,2 km sem perda de potência. 

Posteriormente o produto também foi aprovado pelas tropas em armas automáticas, evitando problemas como emperramentos e oxidações. Estes testes atestaram que o Militec-1 reduz o desgaste das partes móveis de qualquer sistema mecânico como, por exemplo, as partes internas dos motores ciclo Otto, economizando combustível e protegendo o equipamento no caso de penetração de água salgada, evitando assim a corrosão e oxidação das partes mecânicas. 

È importante frisar que o Militec-1 não altera a constituição química / física do óleo ao qual é misturado, seja ele sintético ou mineral, o produto reage quimicamente com a superfície metálica aderindo a mesma sem a presença de calor apos sair do óleo, que funcionada apenas como "veículo" do produto; os gases liberados pelo Militec-1, quando este é aquecido, não são tóxicos, o mesmo ocorrendo com seus resíduos que, obviamente, são eliminados com óleo após a troca do lubrificante. No Dinamômetro a Auto & Técnica testou o produto com o objetivo de verificar se realmente ocorre a diminuição de atrito e conseqüente aumento da potência em virtude do uso do Militec-1. Para isso, avaliamos um motor, no caso um VW AP 1.6 a álcool. O propulsor havia sido retificado passando então a contar com as folgas especificadas pelo fabricante e estava usando óleo Lubrax SJ20W. O experimento teve inicio no dia 13 de dezembro, sob uma temperatura de 25 graus centígrados, nas instalações da Lost Riedel Preparações, proprietária do dinamômetro em que foi "montado" o motor. Depois de instalado o AP 1.6 funcionou durante 90 minutos utilizando apenas o óleo lubrificante a 1.500 rpm e 1,5 kgfm -3,30cv. Posteriormente a rotação foi sendo aumentada, chegando-se ao seguinte resultado: 78,88cv / 4.000 rpm, 83,52cv / 4.500 rpm e 87cv/ 5.000 rpm. A temperatura final do motor teste era de 160 graus Fahrenheit / 324 graus Celsius. No segundo teste, com o motor ainda quente, aplicou-se 200ml de Militec-1. O motor foi mantido em funcionamento por mais 15 minutos a uma rotação de 1.500 rpm e 3,30cv de carga, seguindo-se então para a prova propriamente dita, na qual se obteve o seguinte resultado : 82,59 / 4.000 rpm, 90,82cv / 4.500 rpm e 92,80cv / 5.000 rpm. A temperatura estava estabilizada em 120 graus Fahrenheit / 248 graus Celsius. Este resultado implica em desempenho sensivelmente superior se comparado ao "original", lembrando ainda que não foi realizado nenhum acerto em termos de ignição ou alimentação entre as etapas do teste. Vale lembrar também que estes números, segundo a "Blower Company", tendem a melhorar ainda mais a médio e longo prazo, quando ocorreria uma melhor adesão do Militec-1 às partes móveis do motor. 

De acordo com a empresa, em um motor de quatro tempos, gasolina ou álcool, com cárter de quatros litros, podem ser usados de 200 a 250 mililitros de Militec-1, que será disponibilizado ao público em embalagens de 200 e 1000ml. Também é importante lembrar que o produto pode ser utilizado em peças móveis novas ou retificadas, obtendo-se assim uma proteção extra para as mesmas, bastando para isso aplicar uma fina película de Militec-1 puro diretamente sobre a superfície do metal, que já deve estar pré aquecida a no mínimo, 80 graus centígrados. Por fim, Militec-1 também pode ser usado em jet-skis, karts, motocicletas, geradores elétricos, bombas, compressores, condicionadores de ar, motoserras, portas deslizantes e em inúmeras outras aplicações, submarinos nucleares, inclusive segunda a Marinha norte-americana. Direitos Autorais da matéria: Revista Auto e Técnica 2002

Matéria Revista Mecânica: Aditivos podem diminuir o atrito interno dos motores e aumentar a durabilidade. Pelo menos os bons produtos, que não visam apenas "engrossar o óleo". Aliás, estes até aumentam o atrito. Assim, surgiram muitos produtos afirmando diminuir o atrito entre componentes internos, algo crítico nas partidas a frio e em alta rotação. Mas, para verificar sua eficiência, só mesmo medindo os resultados em dinamômetro. Se o atrito realmente diminui, a potência aumenta, em valores pequenos, mas fáceis de perceber numa medição criteriosa. Entre tantos produtos no mercado, existe o Militec-1. Como o nome diz, foi criado para as Forças Armadas dos Eua há cerca de 15 anos sendo usado nos primeiro cinco anos apenas para fins exclusivamente militares. Afirma ter aumentado a durabilidade dos motores de tanques e jipes, alem de diminuir a temperatura de trabalho de armas de disparos contínuos (como metralhadoras) e passou a ser comercializado normalmente. Importado dos Eua para o Brasil há oito anos, o Militec-1 tem preço médio de R$ 65,00 no varejo em frasco de 200ml. Para saber se há menor atrito e ganho de potência, MECÂNICA testou o produto usando dinamômetro de bancada da Sérgio Performance, na cidade paulista de Santo André (SP). O motor escolhido foi um AP 2.0 gasolina. Preparado por Sérgio Pires, ganhou taxa de compressão de 11:1, comando 268º, carburação Weber 40, fluxo trabalhado no cabeçote e válvulas maiores (40 mm na admissão e 33 mm no escape). 

O motor escolhido foi um AP 2.0 gasolina. Preparado por Sérgio Pires, ganhou taxa de compressão de 11:1, comando 268º, carburação Weber 40, fluxo trabalhado no cabeçote e válvulas maiores (40 mm na admissão e 33 mm no escape). Após acertar o motor em dinamômetro de bancada - o óleo usado foi um mineral multiviscoso 20W 50 - foram medidos valores de torque e potência. O torque máximo chegou a 22,2 kgfm entre 4.600 rpm e 4.800 rpm. A potência máxima foi de 149,8cv a 5.000 rpm. 

Com o motor ainda quente, foi adicionado um frasco de Milite-1, de 200ml, ao lubrificante. A temperatura de 26ºC na sala ficou constante durante todo o teste, as mesmas da primeira medição sem o Militec-1. Após a adição do produto ao óleo, o motor funcionou 20 minutos em rotações elevadas - acima de 4.000 rpm - tempo suficiente para o Militec-1 reagir quimicamente com as peças do motor (leia box). O ganho de torque realmente ocorreu. Na faixa de "força" máxima (4.600 e 4.800 rpm), o ganho foi de 0,2 kgfm - subiu para 22,42 kgfm. A potência máxima obtida foi de 149,8cv a 5.000 rpm. Acima desta rotação, os valores não se alteraram. Mas, em rotação mais baixa, se obteve até 2 cv extras - a 4.000 rpm, por exemplo, a potência foi de 116,2 cv para 118,2 cv. Sem dúvida, um ganho expressivo num motor preparado e com maiores folgas de pistões (0,8 centésimos), assim reguladas para suportar rotação e temperaturas altas. 

Multi-uso 

Além de melhorar o desempenho de motores, o Militec-1 pretente garantir maior durabilidade para peças móveis e metálicas. Segundo a empresa, se trata de um composto químico estável à base de hidrocarbonetos sintéticos. E, para aderir às peças metálicas, usa o processo de absorção (fixação de moléculas em outra superfície). Ou seja, suas moléculas reagem quimicamente com as moléculas dos metais, acima de 38ºC. Assim, ele usa o óleo como condutor para então se fixar nas peças metálicas. Segundo o fabricante, o Militec-1 também tem poder detergente e evita a formação de borra nos motores. Pode ser usado em até 12% do volume total do óleo. Acima disso seria desperdício. 

O Militec-1, portanto, age como um protetor das peças, desde que usado a 20.000 km, independente das trocas de óleo no período. Sérgio Pires já havia utilizado o produto em motores Corsa de competição e segundo o preparador, o desgaste das peças em atrito se mostrou muito menor. Para motores mais cansados, o condicionador visa também reduzir batidas de tuchos e roncos de buchas ou rolamentos, além de melhorar e manter a compressão dos cilindros. 
Direitos Autorais da matéria: Revista Oficina Mecânica - Edição nº197 - Fevereiro/2003

Há vários vídeos no Youtube demonstrando a ação do Militec-1. Abaixo, confira um teste feito com um torquímetro em um rolamento:

 

A Bíblia do Carro

Com explicação detalhada sobre o funcionamento e nomenclatura das principais peças de um veículo, a Bíblia do Carro é um excelente guia para os interessados do ramo.
Download da Bíblia do Carro
Formato: PDF Página: 244 Tamanho: 15,4MB

Injeção Eletrônica

O sistema de injeção eletrônica de combustível surgiu no Brasil no final da década de 80, mais precisamente em 1989 com o Gol GTi da Volkswagen do Brasil SA. Logo em seguida vieram outros modelos de outras marcas como o Monza Classic 500 EF, o Kadett GSi, o Uno 1.6R mpi entre outros. O sistema baseia-se num microprocessador que faz todo o gerenciamento do motor, controlando o seu funcionamento de forma mais adequada possível. Este sistema veio substituir os convencionais sistemas de alimentação por carburador e ignição eletrônica transistorizada. Isso significa que o mesmo cuida de todo o processo térmico do motor, como a preparação da mistura ar/combustível, a sua queima e a exaustão dos gases. Para que isso seja possível, o microprocessador deve processar as informações de diversas condições do motor, como sua temperatura, a temperatura do ar admitido, a pressão interna do coletor de admissão, a rotação, etc. Esses sinais, depois de processados, servem para controlar diversos dispositivos que irão atuar no sistema de marcha lenta, no avanço da ignição, na injeção de combustível, etc. A unidade de comando (cérebro de todo o sistema) analisa as informações dos diversos sensores distribuídos no motor, processa e retorna ações de controle nos diversos atuadores, de modo a manter o motor em condições ótimas de consumo, desempenho e emissões de poluentes. Os sistemas de injeção eletrônica de combustível oferecem uma série de vantagens em relação ao seu antecessor, o carburador: 

Benefícios: - Melhor atomização do combustível; - Maior controle da mistura ar/combustível, mantendo-a sempre dentro dos limites; - Redução dos gases poluentes, como o CO, HC e NOx; - Maior controle da marcha lenta; - Maior economia de combustível; - Maior rendimento térmico do motor; - Redução do efeito "retorno de chama" no coletor de admissão; - Facilidade de partida a frio ou quente; - Melhor dirigibilidade. Basicamente a construção física do motor não foi alterada com o sistema de injeção. O motor continua funcionando nos mesmos princípios de um sistema carburado, com ciclo mecânico a quatro tempos onde ocorrem a admissão, a compressão, a explosão e o escape dos gases. O que de fato mudou foi o controle da mistura ar/combustível, desde a sua admissão até a sua exaustão total. Para aqueles que se interessarem, está disponível para Download um ótimo curso de Injeção Eletrônica (do qual onde foi retirado o texto anterior). 


Entenda a importância da Geometria, Rodízio e Balanceamento

Seu carro está "puxando" para um lado? O volante trepida quando você ultrapassa os 60km/h? Os pneus estão mais gastos de um lado? Então está na hora de fazer geometria e balanceamento no seu veículo.

Entenda o motivo: Geometria Quando um veículo está sendo projetado, faz-se necessário estabelecer um conjunto de regras que definam as medidas entre eixos e ângulos de inclinação das rodas o qual podemos denominar Geometria da Suspensão, mais conhecido como Alinhamento de Direção ou Rodas. Um veículo que não estiver com as especificações geométricas da suspensão em conformidade com o fabricante (em função de impactos fortes), estará sujeito a sofrer arrasto dos pneus em curva, desequilíbrio das forças que atuam no veículo quando em sentido de marcha (puxando para o lado), desgaste prematuro e irregular dos componentes da suspensão e pneus. Para obtenção de um desempenho estável e confiabilidade na direção faz-se necessário manter-se as medidas fornecidas pelo fabricante, dentro de uma revisão preventiva que não exceda o limite e tempo de quilometragem, garantindo assim um perfeito contato do pneu com o solo, uma adequada distribuição de carga nas rodas, além de favorecer um trabalho suave das molas, amortecedores e propiciando melhor dirigibilidade e segurança. Os aparelhos de medição da geometria podem ser do tipo mecânico (mais antigo), ótico, a lazer e computadorizado com relatório impresso. Todos os aparelhos tem condições de propiciar bons resultados, e o fator mais importante é ter um profissional treinado para o uso adequado do equipamento, conhecendo-se os ângulos corretos de cada veículo. 

Balanceamento

O Balanceamento de rodas consiste em equilibrar (compensar) o excesso ou má distribuição de massas no conjunto pneu e aro. O contra peso (chumbo) é utilizado para compensar a área da roda que apresenta desigualdade de peso favorecendo o equilíbrio no conjunto. Um veículo que apresenta uma vibração na carroçaria a uma velocidade acima dos 60 Km/h pode ter como causa o desbalanceamento das rodas traseiras, sendo que nas mesmas condições de dirigibilidade se a vibração for sentida no volante de direção, teremos um provável desbalanceamento nas rodas dianteiras. Com o tempo, esse chumbo poderá cair, ou descolar, fazendo com que a roda fique desbalanceada (explicando a trepidação), provocando um desgaste precoce do pneu. O balanceamento pode ser feito tanto com as rodas no carro (usando balanceador local), como com as rodas fora do carro (balanceador de coluna). Obs.: Com rodas amassadas, pneus recauchutados, deformados, o resultado dificilmente será o correto. 

Rodizío de Pneus 

Rodízio é o nome dado ao ato de inverter os pneus entre os eixos dianteiro e traseiro. Serve para que os mesmos tenham um desgaste uniforme, aproveitando o máximo deles. O recomendado é fazer Geometria, Balanceamento e Rodízio a cada 8.000km, podendo-se prorrogar no máximo até 10.000km, em casos normais. Mesmo se o veículo aparentemente não necessitar de tal manutenção, ela é necessária.

Água do Radiador, Quando Trocar?

Sistema de arrefecimento deve ser alvo de um cuidado especial do condutor, para um bom funcionamento do "coração" do seu carro. Se ele vem apresentando sintomas como: superaquecimento (fervura da água), elevação da temperatura rapidamente (sem esforços do motor), água muito suja, está na hora de fazer uma manutenção. 
Não tem mistério, e pode muito bem ser feito em casa este procedimento, economizando até uma graninha. 

1º Passo - Drenagem/Limpeza 

Com o motor frio, drene toda a água suja (para uma limpeza completa, será necessário equipamento específico) desconectando a mangueira ligada embaixo do radiador. Obs.: Em alguns casos mais críticos, será necessário usar um aditivo para a limpeza do sistema antes de drenar a água. Essa limpeza pode variar de 15 minutos ou até de 1 semana, dependendo do produto. Nesses casos (após muito tempo sem manutenção), a água apresentará uma cor marrom, em função da oxidação de materiais do radiador e a borracha das mangueiras. Tal situação, poderá encurtar a vida do radiador, tanto como o travamento da bomba d'água, causando a quebra do motor por causa de seu superaquecimento. 

2º Passo - Reabastecimento 

Utilize uma solução de água (de preferência filtrada ou desmineralizada, pois o cloro poderá prejudicar o funcionamento da bomba) e aditivo para radiador, na proporção 3/2 (60% de água e 40% de aditivo). Repita essa operação de acordo com a recomendação do fabricante. Obs.: O aditivo é fundamental, pois elevará o ponto de ebulição da água e diminuirá a temperatura de congelamento, ajudando também na lubrificação da bomba d'água. Caso o reservatório esteja encardido, e não seja possível sua limpeza, troque-o por um novo. Em necessidade de completar o reservatório, faça-o na mesma proporção 3/2.

Tecnologias Invisíveis - por Auto Esporte

Baseado na matéria "Tecnologias Invisíveis" do programa Auto Esporte da Rede Globo dia 19/04/2009

O mundo eletrônico vem cada vez mais tomando espaço em diversas áreas, e cada vez é mais difícil não sentir sua presença nos produtos atuais. Seja na sua produção, ou no produto em si. No mercado automobilístico não é diferente. Ele vem se atualizando e inovando a cada instante. Novas tecnologias são aplicadas, e revelam o que antes parecia um futuro muito distante. 

Tecnologias Invisíveis 

1 - Controle de Estabilidade - O controle de estabilidade consegue detectar e corrigir riscos de perda de aderência em situações como curvas fechadas, desvios bruscos e pisos escorregadios fazendo com que o carro matenha sua trajetória evitando a perda do controle. 

2- Sistema VCM Um dos grande exemplos do avanço tecnológico da ramo automotivo é o inteligente sistema VCM (Variable Cylinder Management). Com ele, pode-se desativar (automaticamente) 2 ou 3 cilindros para economizar combustível, e consequentemente, acontece uma diminuição de emissão de poluentes na atmosfera. Esse sistema é adotado pela montadora Honda, instalado no modelo Accord. Na prática, o motor do carro se adapta à velocidade aplicada pelo condutor. Por exemplo: O motorista está numa via, trafegando em velocidade estável e relativamente baixa, o sistema VCM percebendo essa situação, desativa 2 ou 3 cilindros. Com esse "ato", esses cilindros deixariam de trabalhar inutilmente. Quando o motorista nescessita ganhar velocidade como em uma ultrapassagem, o VCM ativa os cilindros que estavam em repouso e o automóvel voltar a trabalhar integralmente com o 6 cilindros e com força total. Dotado de um sistema de "anti-vibração", o condutor não percebe essas mudanças no motor, tornando-se uma ação imperceptível. Ajudando o VCM a se tornar silencioso e diminuindo ruídos, outro sistema se mostra bem inteligente. Dentro do carro, existe um microfone que capta os ruídos externos que chegam ao seu interior. Logo após, alto-falantes emitem ondas sonoras em frequência contraria aos ruídos. Nossos ouvidos estariam sendo "enganados" na verdade, havendo uma redução significativa do volume geral. 

3-Carro que estaciona sozinho! Tecnologia aplicada em alguns carros como Lexus LS 460L e VW Passat, promete revolucionar. Com a juda de sensores que ajudam a calcular o melhor trajeto até a vaga, o carro é estacionado perfeitamente. Além disso o sistema desliga o motor e trava as portas. 

4-"Olhos" extras Aqueles que tiverem um Mercedes Classe S ou uma BMW Série 7 ganharão "olhos" extras à noite. Uma câmera infra-vermelha permite a visão noturna em uma tela no painel do carro.

 
Acompanhe a matéria completa nesse vídeo:



Cuidado Para Não Ficar Sem Freio!

Num veículo, o freio é um dos mais importantes itens de segurança. Atualmente, os sistemas de freio de todas as marcas são confiáveis, mas, para total eficiência, eles dependem que o usuário faça as devidas revisões, conforme orientação do manual de proprietário. 

Verifique a cada 5.000 km discos, pastilhas, fluídos e tambores precisam ser verificados a cada 5.000 km – mas o momento da troca depende da forma como o veículo é dirigido ou pelas condições de piso que trafega. Ao substituir as pastilhas é preciso verificar o estado dos discos. Isto porque se uma pastilha chega ao fim, o atrito com o disco acontece metal/metal. Nestes casos, dependendo do estado e, principalmente, de sua espessura, o disco deve ser trocado – sempre o par, para não haver diferença de frenagem entre uma roda e outra. Quanto às lonas, usadas geralmente nas rodas traseiras, suas espessuras devem ser verificadas simultaneamente às pastilhas. No caso de troca, substitua também o kit de reparo. Quanto aos tambores, a maioria das montadoras recomenda a retífica dos mesmos a cada troca de lonas. 

Fluído de freio 

Toda a tecnologia aplicada em servo-freio, pastilhas, discos, tambores, lonas e outros itens, de nada adiantará sem um bom fluído. A substituição das pastilhas e lonas deve ser acompanhada deste item, sempre seguindo as especificações das montadoras. O líquido antigo não deve e não pode ser reaproveitado. Mesmo que o sistema não apresente desgaste, o fluído de freio deve ser verificado anualmente ou a cada 10.000 km. Com o tempo ele absorve a umidade do meio ambiente, perdendo sua eficiência e causando corrosão em vários componentes. 
Importante: no momento da substituição, é essencial a utilização de um fluído que atenda as especificações indicadas pelas montadoras. 


Comprando Um Carro? Aprenda Como Escolher

Antes de adquirir um carro, é importante saber fazer um ‘test drive’ e conhecer sua mecânica e desempenho. Você resolveu comprar um carro. O primeiro passo é visitar as concessionárias para fazer sua pesquisa ou ler sobre ele em revistas e sites especializados, descobrindo quais automóveis receberam as melhores classificações em itens como segurança, consumo e assim por diante. Quando sua lista estiver com poucas possibilidades, você deve reavaliar as marcas e modelos escolhidos. Assim que você decidir qual marca e modelo irá comprar, zero quilômetro ou usado, o teste de direção (conhecido por “test drive”), é uma ótima opção para ajudar a definir sua escolha. No início de tudo, o lado racional deve assumir o comando e, só na decisão final, é que deve entrar o lado emocional. É claro que os seus desejos pessoais o levarão a se interessar por determinado carro, mas, escolhidos os modelos para um comparativo pessoal, você deve fazer uma lista do que lhe agrada ou não. Essa lista é que será fundamental para você escolher. 

Pronto para testar o carro, comece pelo interior. Sente-se no banco do motorista e confira se o volante e os pedais estão em posição agradável. Ajuste para sua medida e perceba se está confortável. Banco com ajuste de altura e volante com ajuste de altura e profundidade são itens que marcam pontos decisivos. Veja se você fica confortável no carro, com uma altura mínima de quatro dedos da cabeça ao teto do veículo. A sensação de que o carro lhe caiu bem, ou seja, veste bem, é o melhor indicador de que você encontrou o carro que procurava. Depois vá observando os comandos e toque em todos os controles. Observe se estão ao seu alcance. Confira também os retrovisores externos e os compartimentos (porta-luvas, porta-mapas, porta-copos). Se o carro for usado, confira se tudo funciona: luzes, som, ar-condicionado, acionamento dos vidros, regulagens internas, etc. O tempo não pode jogar contra, por isso demore tanto quanto achar necessário. Um teste, para ser completo, não pode ser feito em menos de 30 minutos. Lembre-se que uma voltinha pelo quarteirão não será o suficiente. Se o carro que você vai testar for diferente do seu, ou seja, for maior, mais potente ou um 4x4, não tenha receio e fique um tempinho a mais para se acostumar ao tamanho e à performance do veículo. 

Nunca ligue o rádio. Ao rodar com o carro, prefira não ligar o som – isso vai fazer você perceber melhor os detalhes, principalmente o nível de ruídos. Procure diversificar o trajeto, percorrendo, quando possível, ruas acidentadas e prestar atenção em algum ruído fora do normal, principalmente na suspensão. Em uma ladeira, verifique se o freio de mão funciona bem. Depois, em um local amplo, veja se o carro, de uma maneira geral, lhe oferece uma boa visão. Se puder trafegar em trechos mais rápidos, como uma rodovia, acelere e diminua a velocidade para sentir os freios. Depois, em uma marcha mais longa, quarta ou quinta a 50 km/h, acelere como se fosse fazer uma ultrapassagem para saber se o motor está respondendo bem. No caso de carros usados, dê uma conferida ao final do teste para saber se há algum vazamento e olhe na saída do escapamento: se estiver com resíduos de óleo, o motor vai pedir retífica em breve. 

De volta à loja, tente manter a razão no comando. Dê uma volta completa ao redor do carro e observe todos os detalhes, como rodas, pneus, faróis, enfim, absolutamente tudo. Abra o capô, dê uma olhada geral, em seguida, veja o porta-malas. Se for um modelo usado, a ideia é conferir se tudo está em bom estado e, se for novo, o objetivo é saber se lhe agrada. 
Uma dica de fundamental importância, que pode parecer óbvia (mas não é) é tenha certeza de que o carro pretendido caberá no seu bolso. De nada vai adiantar comprá-lo e não conseguir pagar o seguro, troca de pneus, IPVA, consumo ou até mesmo manutenções mais básicas. 

Importante! Tenha certeza de que o carro vai atender as suas necessidades. Por exemplo: você que procura um automóvel para família, o carro tem de ser espaçoso e com um bom compartimento para bagagem. Você que tem filhos pequenos, será que o espaço será suficiente para as crianças? Você que é mais jovem, quer um carro bacana e prático, assim certifique-se que será possível instalar um rack para levar sua bicicleta ou prancha de surfe. Um detalhe muito óbvio, mas importante. O carro pretendido vai caber na sua garagem? Alguns utilitários e picapes são muito altos e, em certas entradas de garagem, principalmente de prédios, eles simplesmente não passam pelo portão basculante ou não conseguem manobrar na garagem apertada, entre pilares. 

Selo de consumo - Desde 2009 os compradores contam com um aliado na compra de um modelo novo: o Ministério do Meio Ambiente instituiu um selo referente ao consumo – será semelhante ao encontrado nos eletrodomésticos. Cada modelo de carro terá os dados impressos nesse selo, que irão apontar os carros mais econômicos. O melhor de tudo é que os dados não serão os fornecidos pelas montadoras, pois serão testados por profissionais especializados, o que garante a lealdade e parcialidade das informações. Inicialmente, as pessoas irão se preocupar apenas com o consumo, mas o programa do selo também exigirá os valores referentes a emissões de CO2 na atmosfera. 

Por fim, deixe o lado emocional decidir. O carro pode dizer muito a respeito da pessoa. Algumas vezes, ela se apaixona por determinado modelo e nem se importa com o custo de manutenção, seguro etc. Se o seu interesse é ter um carro bom e que atenda suas necessidades, essas dicas lhe serão muito úteis. Antes de se decidir pela compra, lembre-se de que nunca é demais testar diversos modelos. Cada teste lhe trará uma nova experiência e uma nova sensação para facilitar a sua escolha.

Boa compra! 

Como Funciona o Turbo de Um Carro?

O objetivo do turbocompressor é oferecer mais potência sem aumentar o tamanho do motor. Isto é conseguido por meio de um melhor rendimento volumétrico, ou seja, o sistema consegue colocar mais ar dentro dos cilindros. O turbocompressor é formado por dois rotores que trabalham dentro de câmaras projetadas (caracóis). Interligados por um eixo, funcionam de maneira solidária, ou seja, eles giram na mesma velocidade. Para entender melhor o funcionamento de um turbocompressor, podemos dividi-lo em duas partes: a parte quente e a parte fria. Um destes rotores, o da parte quente, é ligado à saída do escapamento, enquanto o outro, chamado de compressor (parte fria), faz parte do sistema de admissão de ar. O escapamento de um motor de combustão interna é uma incrível fonte de energia mecânica e calórica, graças à alta velocidade e temperatura com que os gases já queimados são expelidos. É a energia cinética destes gases que irão impulsionar o rotor do turbo (e, consequentemente, o compressor da parte fria, já que eles estão interligados por um eixo). Usando a energia do escapamento na parte quente, a parte fria do turbocompressor (que gira na mesma velocidade) admite ar atmosférico, do filtro de ar, e o comprime para dentro dos cilindros. Em vez de contar apenas com a pressão atmosférica, o motor turbocomprimido se vale do ar pressionado para dentro dos cilindros, gerando mais potência e mais torque. Para aumentar ainda mais o rendimento volumétrico, alguns motores também são equipados com o intercooler, equipamento que resfria e diminui o volume do ar já pressionado pelo turbocompressor. Com isso, entra ainda mais ar no motor, o que proporciona uma explosão mais forte dentro dos cilindros, resultando em mais potência.

Acompanhe a ilustração:

Partida a Frio Não é Mais Problema!

Uma nova tecnologia promete revolucionar o mundo automotivo: Um sistema que proporciona a partida a frio de um carro, muito mais segura. 

A nova tecnologia inclui bomba de óleo extra para auxiliar a partida. 
A lubrificação é vital para a saúde do motor e qualquer deficiência pode comprometer sua vida útil. Como parte essencial da mecânica de um automóvel, a lubrificação enfrenta dois momentos críticos. O primeiro deles é a partida a frio. O segundo é o funcionamento em baixas rotações. Nessas circunstâncias, mas principalmente na partida a frio, a bomba de óleo tem dificuldade para lubrificar de forma adequada todas as partes móveis do motor. Com o propulsor frio, o óleo ainda está totalmente depositado no cárter e muito espesso, o que dificulta sua circulação imediata por todo motor. Já em baixas rotações, o sistema trabalha com baixa pressão, uma vez que a bomba é acionada pelo funcionamento do motor. Desse modo, a lubrificação também fica comprometida. A tecnologia, enfim, pensou em uma forma de melhorar esses momentos críticos e a solução encontrada foi a adoção de uma segunda bomba de óleo, agora acionada eletricamente. Contudo, essa inovação não pretende provocar uma revolução na engenharia dos motores, e também não vai aposentar a tradicional bomba de óleo. Essa segunda bomba funciona quando a ignição é ligada, ou seja, basta o motorista girar a chave de contato. Feito isso, o óleo é distribuído pelo motor em um piscar de olhos. Essa agilidade impede que o motor gire sem estar lubrificado, o que minimiza o atrito e, em conseqüência, o desgaste prematuro. A idéia não deixa de ser simples, mas foi preciso uma evolução no gerenciamento de motores para conseguir viabilizar a instalação dessa bomba adicional. Graças à inteligência da central eletrônica do motor, que a cada dia passa a ser maior, essa bomba funciona por meio dos comandos da centralina, que gerencia não só o funcionamento da bomba elétrica, mas também sua vazão. A central dá as instruções monitorando a rotação conforme recebe as informações dos sensores de pressão e de temperatura do óleo, instalados junto à bomba elétrica. A central fica atenta às necessidades do motor e, conforme a solicitação, faz a bomba atuar com maior ou menor lubrificação - sempre de modo uniforme e constante. Como o funcionamento é independente da rotação do motor, a bomba elétrica fornece a dose certa de óleo mesmo em baixa rotação. Outra grande vantagem dessa nova tecnologia é que a bomba tradicional pode ser de tamanho menor, o que vai melhorar o rendimento do motor, pois exigirá menor esforço mecânico. Também não se pode esquecer de citar o próprio lubrificante, que ao sofrer menos fadiga terá sua vida prolongada. De uma forma geral, a lubrificação inteligente vai ajudar especialmente os motores de menor capacidade cúbica, nos quais a necessidade de desempenho é sempre mais crítica. O mais importante é que um motor bem lubrificado está fadado a ter vida longa, além de assegurar um funcionamento mais adequado e proporcionar mais rendimento, também vai permitir uma melhoria no consumo de combustível. 

Conheça os tipos de lubrificação: 

Lubrificação inteligente - A nova bomba elétrica é controlada pela central eletrônica do motor. Esse sistema assegura o fornecimento de óleo em quantidade adequada, principalmente nos momentos mais críticos, como a partida a frio e o funcionamento em baixas rotações. Nessas circunstâncias, em um sistema convencional o motor começa a girar sem que o óleo tenha alcançado todas as partes móveis. 

Lubrificação convencional (Partida) - Com o motor frio existe um intervalo de tempo para que a lubrificação consiga atender de forma adequada todas as partes móveis, sugando o óleo depositado no cárter (parte baixa) e distribuindo por todo motor de cima para baixo. Nesse pequeno intervalo o atrito entre as peças metálicas é bem maior. 

Regime de trabalho - A bomba convencional é acionada mecanicamente pelo motor. Para funcionar adequadamente, é necessária uma rotação mínima para que a pressão seja suficiente para distribuir o óleo por todo o motor.

Volkswagen Tiguan


A Volkswagen do Brasil está ampliando a sua linha de importados Premium comercializada no País com o lançamento de seu segundo utilitário esportivo, o novo Tiguan que tem início de vendas a partir da útima semana de abril. O modelo é o primeiro SUV compacto produzido pela marca.



Motor 2.0 TSI: desempenho e economiaUm dos componentes mais atrativos do novo Tiguan é o motor 2.0 Turbo TSI 16 válvulas, que atinge 200 cv de potência a 5.100 rpm e 28 kgfm de torque entre 1.700 e 5.100 rpm, com injeção direta de combustível, que proporciona um excepcional desempenho ao modelo. Em vez de os injetores borrifarem gasolina nos coletores de admissão, o sistema de injeção direta de combustível executa a operação diretamente nas câmaras de combustão. Associado ao turbo, esse recurso proporciona a melhor combinação possível entre alto desempenho, baixo consumo e reduzida emissão de poluentes.

O motor do SUV trabalha em conjunto com a versátil e consagrada transmissão automática Tiptronic de seis velocidades. Com esse conjunto, o novo Tiguan é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e de atingir 207 km/h de velocidade máxima.


Conjunto mecânico harmônico e respostas firmes


A direção precisa e de respostas rápidas é um dos fatores que transmitem segurança e prazer de dirigir na condução do veículo em qualquer tipo de piso. O conforto de rodagem nas diferentes condições de uso deve-se, em grande parte, ao balanceamento de frequências das suspensões dianteiras e traseiras. Além do desempenho comparável ao de muitos modelos esportivos, seu chassi estabelece novos padrões para o mundo dos SUVs. A carroceria, com modernos processos de construção e encaixe, possui elevado índice de rigidez torcional. A tração nas quatro rodas em tempo integral é absolutamente essencial para um veículo SUV. No asfalto ou fora-de-estrada, a tração inteligente 4x4 melhora a segurança ativa. O Tiguan vem equipado, de série, com a última geração de tração 4MOTION.


Interior de SUV com muito espaço e conforto


O Tiguan é um veículo polivalente também na parte interna, que esbanja bastante espaço e flexibilidade. O conforto oferecido pelo modelo não é limitado apenas aos ocupantes dos assentos dianteiros. O banco traseiro, com encostos rebatíveis e divisíveis na proporção 60/40, pode ter sua posição ajustada em 16 cm no sentido longitudinal. Por conta dessa comodidade, fica fácil aumentar o espaço para as pernas na parte de trás ou a capacidade do compartimento de carga. O modelo também exibe a sua força quando se trata de rebocar cargas: tem capacidade de arrasto

Para conforto de todos, o modelo oferece bancos com revestimento de tecido, ar-condicionado de duas zonas, CD Player com MP3 e entrada multimídia para fontes de áudio externo, oito alto-falantes, descansa-braço central dianteiro e traseiro, mesas dobráveis na parte de trás dos encostos dos bancos dianteiros e acionamento elétrico para vidros, travas e retrovisores. O Tiguan é equipado de série com rodas de liga-leve R17” Boston e pneus 235/55 R17. Entre os opcionais, o Tiguan pode ser equipado com bancos em couro com aquecimento e ajuste elétrico de altura e do apoio lombar para o banco do motorista. O SUV também pode ser equipado com teto solar panorâmico (skyview) exclusivo no segmento que cria uma atmosfera especial no habitáculo dando sensação de total liberdade para os ocupantes. Faróis de xenon direcionais com lavador, pintura metálica ou perolizada, rodas de liga-leve aro 18” New York, gancho para reboque e módulo off-road (ajustes das características do veículo para condição off-road) completam o pacote.

Motor V6 Equipará Novo Modelo do Ford Fusion

Novo modelo do sedã será equipado com motor V6 de 243 cv a 6.550 rpm e 30,8 kgfm de torque a 4.300 rpm, e preço de R$ 99.900,00. Nova geração começa a ser vendida no início de junho e promete ser a arma da Ford para tomar o mercado de carros como o Hyundai Azera, até então líder do segmento, e cativar clientes de categorias superiores, entre eles Honda Accord, VW Passat e Toyota Camry. Além da arma sob o capô, o novo Fusion vem com uma reformulação facial bem incisiva. Saíram os faróis quadrados, quase assimétricos, e entraram peças agressivas, retangulares e com máscaras negras. “E a manutenção das barras cromadas na grade manterá a percepção de reconhecê-lo à distância, de despertar surpresa num primeiro olhar”, profetiza João Marcos Ramos, chefe de design da Ford. Com o novo desenho frontal, a dianteira parece ter ficado mais alta, já que as barras estão mais largas e não chegam até os para-choques, como antes. Na traseira, as lanternas foram ligeiramente esticadas para baixo, acompanhado o desenho da tampa do porta-malas. Não é somente de estética que vivem os grandes "astros" automotivos. Os números dessa "nave" também impressionam: De 0 à 100 km/h ele leva incríveis 9s e 5s para pular dos 80 km/h aos 120 km/h. A transmissão, evoluída em relação a que equipa o Ford Edge, trabalha mesmo como uma legítima caixa sequencial, na qual em modo manual não avança as marchas automaticamente, ao melhor estilo “do it yourself” . Além do mais, ainda há a função Grade Assist, que, quando acionada, exclui a 6ª marcha da programação e pode ser usada quando você necessitar de mais força do freio motor ou uma elasticidade maior do propulsor. Por essas e outras, acredite, nem parece o velho Fusion. Mantendo o tamanho do porta-malas de 530 litros, já que a plataforma não mudou – só ganhou 1 cm no tamanho pelos para-choques mais musculosos –, e tem o sistema de destravamento do porta-malas por uma “cordinha”, o conhecido sistema “anti-sequestro”. A abertura das portas também continua podendo ser feita através dos botões acima da maçaneta, munido de seu devido código. O consumo de combustível também surpreendeu, chegou aos 9,0 km/l de média, rodando 55% do tempo na cidade e 45% em trechos rodoviários. A única rusga que ficou foi a velocidade máxima limitada a 180 km/h, quando ainda se tem 2.550 rpm da 6ª marcha para acelerar. E mais nada a reclamar.

Nova Lei de Trânsito: Veja as Mudanças no CTB

Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril de 2021, nova lei traz diversas mudanças no CTB. Confira um resumo das principais alteraç...

Avise do uso de cookies