Agile, o Novo Carro da Chevrolet

A Chevrolet prepara para o último trimestre de 2009 o lançamento do Agile, seu mais novo modelo. A fábrica da Argentina vai fabricar e exportar para o Brasil e países vizinhos. Outras informações, como preço, motor, acessórios e modelos ainda não foram divulgados pela empresa.

Totalmente novo, o Agile, que é o lançamento mais aguardado deste ano, terá como diferenciais o design, espaço interno, conforto, tecnologia e comodidade para os ocupantes.

Em meados de 2006, quando o departamento de Marketing da Chevrolet identificou a necessidade de ampliar sua gama de compactos com um novo veículo, os departamentos de Design e Engenharia da General Motors do Brasil iniciaram sua busca por novos conceitos. O primeiro sketch já foi apresentado no mesmo ano. Ainda distante do produto final, teve sua evolução mais significativa com a realização do crossover cupê GPiX (G de Global e PiX, de Picture, ou Imagem Global de um modelo criado para a marca), carro-conceito da Chevrolet apresentado durante a 25º edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em Outubro de 2008.

Totalmente desenvolvido no Brasil pelo Centro de Design da General Motors da Divisão LAAM (que engloba as regiões da América Latina, Africa e Oriente Médio), o carro-conceito serviu de inspiração para o primeiro modelo da família Viva.

A partir de uma arquitetura, destinada, inicialmente, a mercados emergentes, como Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, o Agile, primeiro produto da família Viva será um hatchback 100% desenvolvido pela Engenharia, Design e Powertrain brasileiros em seu Centro de Desenvolvimento de Veículos da Divisão, em São Caetano do Sul, e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, ambos em São Paulo.

O Agile chega para reforçar a linha Chevrolet, que é a mais completa do País e atualmente formada pelos modelos Celta, Classic, Prisma, Corsa Hatchback, Corsa Sedã, Astra Hatchback, Astra Sedã, Vectra GT, Vectra Sedã, o sedã Omega, as picapes Montana, S10 Cabine Simples, S10 Cabine Dupla, os monovolumes Meriva e Zafira, e os utilitários-esportivos Blazer e Captiva.

"O Agile é uma demonstração de confiança da General Motors no mercado e na economia brasileiras. O novo modelo é parte do nosso cronograma de investimentos que permanece inalterado e o consumidor brasileiro pode ter a certeza de outras novidades já no curto prazo", afirma Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul.

Já José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, destaca ter plena convicção de que "o novo modelo Agile será mais um extraordinário sucesso da linha Chevrolet".

"O nome do novo Chevrolet retrata exatamente o dia-a-dia da maioria dos clientes de um automóvel compacto, que tanto no trabalho como no lazer aos finais de semana, tem que ser ágil, versátil e pronto para corresponder a vários estilos de vida", explica Marcos Munhoz, diretor de Vendas e Marketing da Chevrolet.

O Projeto Viva é fruto de um investimento de US$ 400 milhões, que compreendem as fases de desenvolvimento e produção dos modelos em fábricas da GM na Argentina e no Brasil.

fonte: http://www.chevrolet.com.br

Carros Elétricos

Os veículos, inicialmente, eram movidos a vapor, a eletricidade ou a gasolina. Em virtude do desenvolvimento da indústria do petróleo, os veículos movidos a gasolina dominaram o mercado.

Atualmente, em virtude da consciência ambiental sobre os malefícios causados ao meio ambiente, em consequência da queima do petróleo pelos veículos com motores de combustão interna, vem aumentando a cada dia a quantidade veículos elétricos em circulação.

A energia elétrica pode ser obtida sem prejudicar o meio ambiente. Energia hidrelétrica, energia solar e energia eólica são exemplos de obtenção de energia a baixo custo. A energia eólica e energia solar podem ser obtidas pelo próprio usuário do veículo elétrico em sua própria residência.

Portanto, podemos afirmar que o verdadeiro carro flex é o elétrico, pois, a sua fonte de energia, a eletricidade, pode ser obtida de diversas fontes. A expectativa é de que as novas formas de obtenção de energia elétrica aumentem nos próximos anos. Os carros elétricos são verdadeiramente independentes quando se fala de energia para alimentar o seu motor.

Além da preservação do meio ambiente e da consciência ambiental por parte da comunidade mundial, o carro elétrico apresenta uma série de vantagens, dentre elas, podemos citar:

Maior economia de dinheiro – você economiza até 80% do que você gasta hoje com álcool ou gasolina
  • Silêncio absoluto
  • Zero emissão de poluentes
  • Manutenção muito mais simples
  • Redução ou dispensa do pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos
  • Automotores – IPVA
  • O motor de combustão interna tem o rendimento muito baixo, cerca de menos de 50%, enquanto o motor elétrico tem o rendimento acima de 90%.

No carro elétrico, entre outras coisas, você não precisa:

  • Álcool
  • Gasolina
  • Trocar óleo
  • Fazer Regulagem do motor
  • Trocar as velas do motor
  • Regular as válvulas do motor
  • Trocar filtro de óleo do motor
  • Trocar filtro de combustível
  • Trocar filtro de ar
  • Limpar o bico injetor
  • Trocar correia dentada
  • Trocar correia do alternador
  • Bomba de água
  • Radiador
  • Aditivo do radiador
  • Alternador
  • Bomba de combustível
  • Sistema de escapamento
  • Catalisador
  • Certificação de emissões
  • Mangueiras
  • Distribuidor
  • Cabo de velas
  • Motor de arranque
  • Além de todas as vantagens, o veículo elétrico é muito mais confiável, durável e com baixo custo de manutenção.

Exemplos de carros elétricos produzidos:


Tesla Roadster
O esportivo elétrico Tesla Roadster já tem mais de 1.000 reservas nos Estados Unidos. A alta procura não era esperada pela montadora Telsa Motors, que tem produção mensal de 250 unidades. O carro está entre os mais potentes veículos elétricos já fabricados: a bateria tem autonomia para rodar 354 quilômetros e a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 3,9 segundos. O modelo deverá ser exportado para a Europa em 2009, o que poderá significar a abertura de uma fábrica em território europeu. A montadora foi criada em 2003, no vale do Silício (EUA), para desenvolver veículos 100% elétricos de alta performance.

Dodge Circuit EV
Exemplar do Dodge Circuit EV já roda nos Estados Unidos. Carro tem autonomia de 240 km por carga de bateria.
Baseado na plataforma do esportivo Lotus Europa, o Dodge Circuit EV terá um motor desenvolvido pela empresa UQM. Ele tem tração traseira e capacidade para duas pessoas.Tem motor elétrico de 200 kilowatts (o equivalente a 268 cavalos de potência) e uma bateria avançada de lítio.

De acordo com a Chrysler, o Dodge EV vai de 0 a 100 km/h em cinco segundos e pode chegar a 205km/h. Sua autonomia é de 240 km por carga de bateria. Esta semana, uma unidade do Dodge Circuit EV já foi flagrada circulando em Washington, capital dos Estados Unidos


Chevrolet Volt

Em meio às comemorações pelos 100 anos da General Motors, a Chevrolet apresentou uma de suas principais apostas para voltar aos bons tempos. O Volt chega a sua versão definitiva apenas um ano após a sua estréia – ainda como carro-conceito –, mas o veículo só deve ser comercializado oficialmente em 2010.
Equipado com a tecnologia E-REV, o carro pode contar com o auxílio de um motor a combustão – que pode ser abastecido com gasolina ou E85 – em grandes distâncias. O propulsor gera eletricidade suficiente para impulsionar o veículo, aumentando a sua autonomia e recarregando a bateria elétrica ao mesmo tempo.
Além disso, o carro pode ser recarregado em tomadas de 120 volts ou 240 volts. Segundo a GM, a bateria do Volt está pronta para o uso após um período de três a oito horas, sendo que o valor gasto com eletricidade para a recarga é de aproximadamente 80 centavos por dia.
Com o motor elétrico, o Volt gera uma potência equivalente a 150 cv e atinge a velocidade máxima de 160 km/h. O carro deverá ser produzido em Detroit dentro de dois anos, mas os preços ainda não foram anunciados.

Vícios no Volante: Não cometa estes erros!

Embreagem Muitos tem a mania de deixar o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando dirigem. É um dos vícios mais comuns e difícil de ser superado. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar de oito para 400 quilos o peso aplicado sobre o pedal e separar o disco de embreagem do platô. O pé constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.
Alavanca de câmbio
Dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de marchas força o trambulador (peça fundamental na ligação entre o câmbio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem desgastar-se excessivamente.
Quebra-molas
Mau hábito de alguns ou necessidade de outros (carro rebaixado), é o de passar em uma lombada transversalmente (cada roda de uma vez). Essa prática pode danificar as buchas da suspensão, amortecedores e rolamentos. Além disso, provoca maior torção da carroceria, o que pode empenar o monobloco.
Banguela Andar com o carro desengrenado, ou seja, na banguela, não prejudica o motor, mas desgasta o freio de forma excessiva. Aliás, essa prática não é indicada para nenhum carro, seja com injeção eletrônica ou não. Alguns acham que a banguela economiza, mas no caso especifico dos carros equipados com injeção eletrônica de combustível, quando o motorista pega uma longa descida e tira o pé do acelerador, mas mantém o motor engrenado, o que acontece é que a central eletrônica detecta isso e corta o envio de combustível por certo instante, o que economiza mais. Se o mesmo motorista entra nessa descida, mas coloca o carro em ponto morto, o que acontece é que a central eletrônica detecta que o carro está em marcha lenta e assim precisa de uma rotação mínima e, consequentemente, o envio de combustível, o que vai gastar mais combustível em relação à condição anterior.
Pegar no tranco Deve ser evitado em qualquer carro, principalmente com injeção eletrônica, pois, se a bateria estiver arriada, a central eletrônica não funcionará com menos de 8 volts. Nesse caso, mesmo que o motor funcione, há ainda o risco da correia dentada não suportar o tranco e “pular alguns dentes”, quebrando a harmonia de funcionamento do motor e criando um sério risco de empenar as válvulas. Outro problema decorrente deste hábito é que o combustível não queimado que descer pelo coletor de escape pode danificar de forma irreversível o catalisador (custam em média R$300,00). Por fim, se for fazer a famosa “chupeta” (ligar uma bateria em bom estado na descarregada), tome cuidado para não inverter os pólos. Isso poderia queimar a central eletrônica, que custa mais de R$ 1.000,00.
Última acelerada
Motoristas que têm esse hábito antes de desligar o carro não sabem que isso só serve para desperdiçar gasolina e aumentar as chances de danificar o motor. Isso porque o combustível não queimado irá “lavar” o óleo das paredes do cilindro do motor. Quando ligar o carro novamente, anéis e pistão vão funcionar, por alguns instantes, sem lubrificação e desgastar mais rápido.
Não esquente
Veículos mais novos, que têm injeção eletrônica, não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento. Se o carro for a álcool, ele demora um pouco mais para dispor de todo seu desempenho. Se você não exige muito do automóvel nos primeiros quilômetros pode sair com ele logo após funcionamento, aguardando algo como 30 segundos é o suficiente. Mas, se você tiver de enfrentar ladeiras logo ao sair de casa, o melhor é deixar esquentar um pouco mais, entre 2 e 3 minutos. Fazendo isso você não força demais o motor e, em consequência, evita de desperdiçar combustível.
Suspensão
Ao ver um buraco na estrada, alguns motoristas têm a péssima mania de frear bruscamente. Com a roda travada, o impacto é muito maior, o que sobrecarrega a suspensão e o próprio sistema de freios. A roda venceria este obstáculo muito mais facilmente, se estivesse em movimento.
Direção hidráulica Não gire o volante com direção hidráulica com o motor desligado. Isso pode forçar a tampa do reservatório, causando derramamento de fluído ou, até mesmo, deslocar a tampa. Mesmo com o motor funcionando, não se deve deixar o volante completamente virado por mais de 15 segundos. Nessa condição, o óleo é bastante aquecido pela bomba da direção hidráulica, o que pode causar danos no sistema e ruídos.
Enchente Passar por trechos alagados pode ser bastante oneroso para o proprietário do carro, caso o motor aspire água em vez de ar, provocando o calço hidráulico: como o pistão recebe água, que não se comprime, pode travar o motor e entortar as bielas, danificando-as seriamente. Evite passar por locais alagados quando a água ultrapassar a metade da roda.
Estacionamento Apoiar o pneu no passeio faz com que ele sofra a pressão do peso do veículo. Isso pode gerar uma deformação na estrutura, alterar a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto rodas/pneus.

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